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10 melhores versões de covers pela banda (NME)

Dos Beatles à Shirley Bassey…

Mesmo em seus primeiros dias, tocando nas apresentações de imenso hype e tendo suas gravações pirateadas compartilhadas às centenas, os Arctic Monkeys sempre pareceram como se não ligassem para isso — até o momento em que eles estavam praticamente se exibindo.
Uma vez que se tornam uma das maiores bandas do UK de todos os tempos, eles fazem exatamente aquilo, flexionam seus músculos musicais ao fazer cover de incontáveis hits bem-sucedidos de músicos lendários e sensações pop do momento. Nenhum gênero é ignorado. Ao longo dos anos, os cinco demonstraram a si mesmos uma maestria ao fazer cover de hits brilhantes dos charts, [rock] prog alucinantes, antigas de ouro e R&B melódico.
Abaixo, escolhemos algumas das melhores versões de covers do Arctic Monkeys.

 

‘Red Right Hand’ (Nick Cave & the Bad Seeds)

Foi tão bom pôr ela pra gravar; esta versão de estúdio do cover da banda de Nick Cave virou uma b-side para ‘Crying Lightning’. E também esteve na trilha sonora da segunda temporada de ‘Peaky Blinders’.

 

‘All My Loving’ (The Beatles)

Em fevereiro de 1964, outra exportação britânica estava atingindo seu grande momento. Os Beatles tocaram no ‘The Ed Sullivan Show’, dando um pontapé em sua jornada de rapazes capazes de Liverpool à sua transformação na Maior Banda de Todos os Tempos. E no centro de seu próprio estrelato no U.S., apresentando-se no Madison Square Garden, os Arctic Monkeys decidiram marcar aquela ocasião histórica em grande estilo.

 

‘Feels Like We Only Go Backwards’ (Tame Impala)

Graças ao Live Lounge da Rádio BBC 1 e à série ‘Like a Version’ da [rádio] Triple J, não tem escassez de oportunidades com os Arctic Monkeys para fazerem covers dos hits dos dias de hoje. Sobre o último, eles apareceram em 2014 para assumir postos na dose de tristeza beijada pelo sol, ‘Feels Like We Only Go Backwards’. Apenas Alex Turner e Matt Helders no estúdio, mas uma redenção desnudada faz seu truque.

 

‘Diamonds Are Forever’ (Shirley Bassey)

Precisa ter um instinto muito grave para entregar um cover durante uma estreia de headline no Pyramid Stage, Glastonbury. Precisa ainda mais culhões para assumir o de uma colega headliner e lenda talentosa, Shirley Bassey. A bem da verdade, os Arctic Monkeys tinham de encher seu setlist de qualquer jeito, tendo somente dois álbuns pra ajudar… Mas a versão cover deles da entrega da Bassey é aprimorado e realmente impressionante. E quem sabe, pode ter propulsado os trejeitos obsessivos inclinados a Bond do Alex Turner, portanto: The Last Shadow Puppets.

 

‘Come Together’ (The Beatles)

Lembra das Olimpíadas de Londres de 2012? Uma semana harmoniosa onde o Reino Unido esqueceu a maioria de seus problemas, exibindo sua força, e Came Together? Foi um momento breve, então não se preocupe com o lapso de memória. Durante a embasbacante abertura da noite, os Arctic Monkeys tocaram uma versão supremamente descolada de um dos maiores hits dos Beatles. Um dos diversos momentos inspirados da grande cerimônia do Danny Boyle.

 

‘Only You Know’ (Dion)

Poucas bandas fazem um salto do puro frenesi à acústicos emotivos tão bem como os Arctic Monkeys. Isto inspirou a levá-los a uma faixa de 1975 pouco conhecida do Dion DiMucci — também sampleado por Jay Cocker num álbum solo de 2006, fãs, de fato — e lá está, com suas melhores notas centradas e serenas.

 

‘Walk on the Wild Side’ (Lou Reed)

Tecnicamente, não se precisa muito de habilidade musical fazer um cover desta faixa lendária do Lou Reed, o último heroi de Nova York. Dois acordes é tudo o que se precisa. Um vocal mais ou menos bom ajuda também, especialmente para as partes “doo doo doo”. Mas tem uma ternura nesse cover do Arctic que não pode ser ensinada. É uma vergonha ter sido performada uma só vez, lá em 2013.

 

‘Love Machine’ (Girls Aloud)

Voltando a quando um hit de sucesso na Radio 1 Live Lounge constituía-se uma novidade, os Arctic Monkeys estavam no seu melhor sarcasmo quando tocaram Girls Aloud. Alex começou dando risadinhas a partir da metade, mas não deixem isso lhes distrair do brilhantismo corajoso desta faixa.

 

‘Hold On, We’re Going Home’ (Drake)

Este cover jeitoso e de levada groove do mais elegante do Canada também segue como o melhor exemplo da dancinha de papai do Alex Turner. Movimentos suaves, tons mais suaves ainda.

 

‘Take It Or Leave It’ (The Strokes)

Os Arctic Monkeys e os Strokes partilham uma coisa em comum: ambos entraram rápido no redemoinho do estrelato, numa questão de meses — seguramente mais rápido que qualquer outro grupo dos anos 2000. Naqueles seus primeiros anos, os novos rostos dos garotos de Sheffield canalizaram de seu interior sua New York City com esta versão curta e espinhosa.

 

Fonte: NME

 

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